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Album: Hidrometrista do SNIRH - Brito Calrão        //       Página 1 de 3.
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"A nossa viagem a S. Tomé e Príncipe" por Paula Viana

A nossa viagem a S. Tomé e Príncipe em Setembro 1989 no âmbito do Curso Internacional de Hidrologia Operativa foi um sucesso quer na parte técnico-científica quer na parte de lazer que muito contribuiu o amigo Carlos Brito. Recordo um episódio que se passou durante o trabalho de campo, estávamos a realizar medições físico-químicas numa ribeira perto da cidade de S. Tomé quando de repente cai uma forte chuvada, então o Brito arrancou uma folha de bananeira para nos proteger da chuva.É esta imagem de resolução rápida de pequenos problemas ?técnicos?, de boa camaradagem e amizade que certamente continuará no futuro.

"Um grande abraço" por José Hermiro da Silva

sou hidrometista desde 1968 comecei na hidrologia aposentado mas a imda faço uns bico adoro cer hidrometrista se eu pudesse faria tudo outra vez que saudade das viagem por todo brasil e esterior um grande abraço deste hidrom

"Ao meu patrício Calrão" por Anne-Marie Oostergetel Calrão

Ao meu patrício Calrão,Gostei muito de ler sobre o teu grande trabalhono SNIRH.um beijoda prima macua Ana Calrão

"bjs da tua prima." por Luísa Calrão

Olá primo estas bom?bjs da tua prima.

"É uma pessoa extraordinária, gigante no tamanho e na delicadeza." por João Hipólito

Conheço o Brito dos Serviços Hidráulicos desde antes da independência de Moçambique. É uma pessoa extraordinária, gigante no tamanho e na delicadeza. Andámos a montar com a Milas as primeiras estações hidrométricas interrogáveis por computador no Tejo (Tramagal, Almourol e Ómnias) debaixo de um verdadeiro temporal nas cheias de 95 (?), para mostrar à Elisa Ferreira no Governo Civil de Santarém. Não é que ficou tudo a trabalhar! É com muito gosto que participo nesta homenagem. Abraço.

"Conheci o Brito no 1º Curso de Hidrologia Operativa" por João Loureiro de Castro

Conheci o Brito no 1º Curso de Hidrologia Operativa e, desde então o nosso contacto tem sido frequente. Relembro aqui um episódio passado à entrada de Ponte da Barca, quando um agente da GNR o mandou parar para verificação de documentos. O Jeep não tinha inspecção!! O Brito disse calmamente como é seu timbre: - Senhor agente, não reparei nesse pormenor porque não costumo conduzir esta viatura mas, se o senhor Agente quizer multar o seu patrão faça o favor... O fim da história é facil de adivinhar. Um forte abraço ao Brito, um símbolo da DGRAH, do INAG do IA e da Hidrometria em geral

"É obra!!!" por João Mimoso Loureiro

Aqui vai um pequeno apontamento da enorme actividade hidrométrica-hidrológica que temos desenvolvido [e continuamos] há mais de 40 anos. É obra!!!
Consultar apontamento em formato PDF.

"se não terminarmos, ninguém vai almoçar" por Justina Lima

Brito Carlão, temos sempre em mente o seu trabalho de forma eficiente. Ao descer a ravina para o rio Abade, chovendo com terreno escorregadio lá íamos com animo instalar a estação. Chegado a hora do almoço o seu lema de coragem era "se não terminarmos, ninguém vai almoçar", com isso permanecemos alimentados e concluímos com êxito a instalação da estação. Brito Carlão é uma pessoa espectacular, cheia de coragem que enfrenta riscos com naturalidade, observávamos receosos o Brito Carlão trepando o tubo para colocar o painel solar, felizmente tudo correu bem e ele não foi parar dentro do rio Abade. É uma pessoa que tem estado a trabalhar muito para DRNE nas estações hidrométricas. Direcção dos Recursos Naturais e Energia em São Tomé.

"O espírito Hidrometrista" por Carlos Ramos

Dos muitos momentos que passamos juntos em campo, vou contar o que na minha opinião foi o mais interessante, que deu mais luta e que define o verdadeiro espírito do hidrometrista, para além de que se fosse antes do 25 de Abril de 1974 não sei como terminaria. Estavam a ser dados os primeiros passos do SVARH e havia necessidade de serem instalados alguns equipamentos hidrométricos com transmissão de dados via linha telefónica. Para aquela zona foi escolhido o rio de fronteira, "Rio Erges em Segura". Adquirido o equipamento, instalada a linha telefónica, foi marcado o dia, hora e local de encontro para dar início aos trabalhos. Uma vez que não era possível chegar com as viaturas ao local de instalação, tivemos que carregar todos os equipamentos e ferramentas às costas incluindo um gerador. Depois de montada a oficina de campanha e iniciados os trabalhos foram surgindo as faltas de alguns materiais em especial para a fixação do mastro do painel fotovoltaico obrigando-nos a fazer deslocações à Zebreira para ir resolvendo os problemas com uma espécie de serralheiro que lá encontramos. Ultrapassados os problemas lá regressávamos ao trabalho, esquecendo por completo a hora de almoço, eram cerca de 16:30 horas quando voltamos à Zebreira e por especial favor nos serviram um pica-pau com casqueiro da zona. Voltamos ao trabalho e recorrendo a gambiarras lá iluminamos a zona de trabalho, até que o primeiro gerador parou por falta de gasolina. Já com o outro gerador a funcionar lá terminam os trabalhos eram cerca das 2:00 horas da manhã. Testado o equipamento e verificado o seu funcionamento, iniciámos o retorno, acartando tudo novamente para os carros. Eram cerca das 3:30 horas da manhã quando deixamos aquele sítio ermo em que não havia viva alma e iniciamos a nossa viagem de volta com o espírito do dever cumprido. Paramos já depois de Castelo Branco no IP2 nas bombas de gasolina onde bebemos um café e nos despedimos, seguindo cada um para sua casa, "eu Montemor-o-Velho e o Brito Lisboa". Brito um abraço

"obrigado pelas gargalhadas" por Nuno Vaz

Caro Eng.º Brito,
Acabei há poucas horas de o deixar no Aeroporto, de onde partiu, mais uma vez, para longe da sua tão querida África.
Tal como prometido, vim ver a sua página no site do SNIRH, e não pude evitar o impulso de também aqui deixar o meu testemunho, e de me juntar a todos os demais que muito o admiram, o estimam, e que encontram em si um exemplo de como viver a vida na sua plenitude.
Obrigado pela companhia serena e simpática nas noites quentes de São Tomé, à volta do peixe grelhado e da matabala, e obrigado pelas gargalhadas, sucessivas, cada vez que conta uma das suas incríveis histórias.
Aqui deixo uma foto tirada em Setembro de 2008, aquando da instalação das estações hidrométricas em São Tomé e Príncipe, com o Presidente do INAG e o então Ministro dos Recursos Naturais, Energia e Ambiente.
Um grande abraço e conto consigo em breve!
Nuno Vaz
Adido para a Cooperação da Embaixada de Portugal em São Tomé

"há muitas histórias engraçadas para contar" por Manuela Saramago

Conheço o Brito há 18 anos e há muitas histórias engraçadas para contar. Qualquer saída de campo com o Brito é sempre uma aventura, mas a que vou aqui contar aconteceu durante a viagem que fiz com o Brito a Moçambique. Fizemos uma viagem a memorável a Tete. A aventura começa logo com reserva de quartos, que é mais uma corrida ao quarto, uma vez que de todos os clientes que fizeram reservas, quem chegar primeiro fica com o quarto. Por esta razão, tivemos que mudar de pensão todas as noites que passámos em Tete. A pensão mais? hmm?!!... peculiar, ficava à beira do Rio Zambeze, próxima dos temidos crocodilos. Chegámos com as nossas malas, pagámos e lá foram mostrar-nos uma espécie de quartos. Estes já estavam ocupados por hóspedes permanentes - baratas, aranhas, formigas, moscas, mosquitos e outros bichos não visíveis a olho nu. No caminho passámos por uma espécie de piscina. Imediatamente o Brito pensou em dar um mergulho, mas como não mergulha em qualquer água, quis certificar-se da qualidade da água daquela espécie de piscina. Pediu para ver as últimas análises? Não. Perguntou quando e que tratamento faziam à água? Não. Fez uma simples pergunta: "Morreu alguém na piscina nestes dias?" Ora como todos sabemos, esta é a pergunta chave para averiguar a qualidade de qualquer água para banhos. Como a resposta foi negativa, lá foi o Brito vestir os seus calções de banho e em cinco minutos estava a dentro da piscina, o único (a pensão estava cheia), a tomar um aperitivo, envolto numa nuvem de mosquitos, que não se atreveram a picá-lo. Sim, em África até os mosquitos conhecem o Brito. E assim, por breves instantes aquela pensão até me pareceu um Resort de luxo. Obrigada Brito

"O nosso alegre e bem disposto colega" por Paula Cristina Branco Pratas

O nosso alegre e bem disposto colega Amigo A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive,porque a vida não mede o tempo, mas o emprego que dela fazemos.Esta é maneira de estar na vida do nosso Britão.Para ti um abracinho com muita ternura.

"'feeling' africano" por Paulo Gonçalves

Conheci o Brito há pouco tempo. Mas já tinha percebido tudo antes sequer de ler as mensagens dos que com ele trabalham ou partilham a sua vida. Trata-se de uma pessoa verdadeiramente ímpar. A sua generosidade e disponibilidade e, claro, o seu característico "feeling" africano são algo de fantástico. Kanimambo, Brito Calrão!

"C'est vraiment un ami et un technicien très avéré" por Paulino Azinhaga

J'ai connu Brito en 1983, lors de mon passage à Lisbonne pour une formation en hydrologie opérative. Notre deuxième rencontre a eu lieu à São Tomé et Principe dans le même cadre.Je tiens à dire que nos premières heures d'entrevu, j'ai à reconnaître l'amabilité en ce qui concerne les relations sociales. Il était toujours à nos petits problèmes au niveau de son pays à São Tomé. Lors de ces deux formations, j'ai vu toujours Brito entrain de manipuler les différents instruments météorologues et hydrologiques avec une facilité extrême. Dans la cadre du Protocole Additionnel de Coopération dans le domaine de l'environnement signé entre le Secretariat d'Etat des Ressources Naturelles de la Guinée-Bissau et l Portugal, Monsieur a fait remarquable travail d'installation des stations hydrométriques (échelles limnimetriques et limnigraphes) dans plusieurs stations de notre pays: Ponte Nogva; Soanco (DECARREGADOR); Ponte Pirada; Gambiel et Campossa. Récemment, Deux stations modernes ont été installées dans nos deux bassins d'eau douce Sonaco et Tche-Tche et a facilité énormément la collecte des données de cotes. Nous sommes amis de longue date, savez comme il m'appelle : Conde AZINHAGA ou SAGRES. C'est vraiment un ami et un technicien très avéré dans son secteur de travail. Que Dieu une longue vie.

"No meio do nevoeiro intenso" por Ana Catarina Mariano

Conheci o Brito quando integrei a equipa de batimetria em 1999, ao ter aceitado sem hesitar o desafio que a Teresa Álvares me propôs. Desde então foram muitas as saídas para trabalho de campo, muitas horas de viagem por todo o país nos "velhinhos" UMM, muitas aventuras e momentos bem passados graças à boa disposição, descontracção e optimismo do Brito que contagiavam a restante equipa e lhes dava muita confiança mesmo nas horas de maiores dificuldades. As histórias para contar são tantas que davam um livro escrito a várias mãos, com as memórias de todos os colegas que colaboraram na equipa, pelo que não foi fácil escolher apenas uma para partilhar neste espaço. Recordo uma das muitas histórias que vivemos e que foi das mais insólitas que nos aconteceu, estávamos em pleno Inverno de 2001, na albufeira de Monte Fidalgo (Embalse de Cedillo), quando numa manhã bem cedo, muito fria e de nevoeiro, estávamos nós (eu, a Sónia e o Brito) a fazer mais umas fiadas do levantamento batimétrico da albufeira, navegando muito lentamente, quando avistamos um grande vulto mesmo no meio da albufeira quase na fronteira. No meio do nevoeiro intenso, ninguém conseguia distinguir o que era (nem mesmo o Brito com toda a sua experiência de África), cada vez nos aproximávamos mais, nós a avançar na sua direcção e o enorme vulto a descer com a corrente, até que tivemos que alterar a nossa rota e desviar-nos para não embater naquela "coisa" desconhecida. Só quando estávamos perto, mesmo muito perto, conseguimos perceber o que estava mesmo à nossa frente (tal não era o nevoeiro), pois não era nem mais nem menos que um enorme veado a boiar, com as suas enormes hastes e que devia de estar inchado pela água, parecendo ainda maior. Depois de descoberto o mistério até foi divertido, só que quando contámos o que tínhamos visto aos habitantes locais, gozaram com a nossa ignorância, pois ao avistar um animal assim, na opinião deles, devíamos era tê-lo recolhido e exibido como troféu. :-) Brito, pelo convívio e camaradagem que partilhámos, por todos os conhecimentos técnicos e preciosos ensinamentos práticos que transmitiu e pelas suas fantásticas características humanas, um muito obrigado da amiga e colega, Ana Catarina Mariano.

"Um grande homem com grande coração e sabedoria" por Teresa Pimenta

Exemplo de dedicação e experiência. O Brito dá a vida pelo trabalho correndo todos os riscos necessários para medir "aquele valor" que é tão importante para tanta gente. Um grande homem com grande coração e sabedoria. Obrigado por existir e ter cruzado o meu caminho. Beijos grandes. Teresa Pimenta

"O Brito tem imenso saber que gosta de partilhar" por José de Bettencourt

Excelente iniciativa!O Brito tem imenso saber que gosta de partilhar...Por terras da Guiné Bissau e de São Tomé, não esqueço a alegria e saber de "mais velho" com que desbrava caminhos complexos. Espero ter mais oportunidades de trabalharmos juntos.Um abraço José

"saídas de campo dariam para escrever um livro" por Teresa Álvares

É com imensa emoção e alegria que participo nesta tão singela e particular homenagem ao "nosso Britão". Mais merecida não podia ser e o aqui for partilhado será sempre pouco comparando com as suas enormes capacidades, experiência, alegria e saber viver! Tive a sorte de partilhar com o Brito (e com a Catarina, a Sónia, a Raquel, a Verónica e o João, a Teresa, a Marta, o Gonzaga, os colegas das Brigadas de Topografia (espero não me ter esquecido de ninguém), mas mais com a Catarina), vários anos de trabalho de campo, de certa forma pioneiro em Portugal, mas ir com o Brito era sempre um factor de tranquilidade, pela sua força anímica e capacidade de resolver as mais variadas situações. Histórias são imensas... Tantas, que muitas vezes dizíamos que as nossas saídas de campo dariam para escrever um livro... Aqui vou partilhar algumas bem ilustrativas das suas capacidades e entrega como no levantamento batimétrico da Albufeira da Caniçada em que, para deixarmos o barco em segurança durante a noite, deixou-o atado à torre de tomada de água, depois de nos deixar tranquilamente na margem e lançou-se à água, nadando até junto de nós... o que vale é que estava calor! Uma outra vez - e duma das últimas vezes que fomos para o campo juntos - durante a elaboração dos perfis batimétricos no estuário do rio Guadiana entre Mértola e V. Real de Santo António e depois de uma trovoada nos ter "apagado" o equipamento GPS e nos ter inundado o barco, com o seu à vontade e simpatia, conseguiu que uns estrangeiros, construtores de veleiros e especialistas em navegação de alto mar a residir no nosso maravilhoso país, nos dessem uma ajuda preciosa e depois de muitas voltas entre a oficina do senhor e o local onde estávamos, conseguimos por o equipamento novamente operacional. Exímio na arte de navegar, de fazer curvas apertadas e manter as "fiadas" mais direitas e em cima das linhas guia, de re-inventar formas de manter o equipamento "portátil" a funcionar durante dias inteiros (que não pensem ser fácil), de estar sempre pronto a carregar com a bateria de jipe até ao marco Geodésico, mesmo que este estivesse no topo de uma ladeira bastante íngreme e a cerca de 500m do acesso de carro... foi sempre um gosto partilhar com o Brito, as imensas horas de campo e de trabalho duro e de sol a sol (mesmo!) mas que proporcionaram, e proporcionam sempre, uma aprendizagem muito mais rica, verdadeira e duradoura.E Claro! Nunca voltávamos a casa sem o Brito ir buscar um miminho para a sua Céu!Um enorme obrigado querido Brito pelos muitos ensinamentos e pelo seu profissionalismo e entrega!

"Com ele ganhei muita experiência" por Francisco Vasconcelos

Para me esta homenagem foi bem vinda para o Incansável, trabalhador e honesto Brito. Tive a sorte de o conhecer em 1989, no Curso Internacional de Hidrolgia Operativa juntameto com o Dr. João Loureiro em Lisboa e em 1993 na Guiné-Bissau trabalhei com ele na instalação da Rede Hidrometrica nas estaçoes de: Gambiel, Bafata, Contuboel,Gabu e Pirada; Em 2009 - também trabahei com ele na montagem das estações télémétricas em Sonaco e Tché-Tché. Com ele ganhei muita experiência na instalação e montagem de uma estação hidrometrica. F. Vasconcelos

"vida inteira dedicada à dignificação da actividade" por Carlos Pereira

Disponibilidade total, capacidade de receber e transmitir conhecimentos, humildade, sensatez e rigor profissional são alguns dos muitos atributos pessoais que tornam mais que justa esta singela homenagem.Uma vida inteira dedicada à dignificação de uma actividade, por alguns considerada como menor, mas essencial para o estudo da Hidrologia, fazem de ti um dos últimos "dinossauros" da Hidrometria.As homenagens não são para quem quer ou pode, mas sim para quem merece, e sem desprimor para outros, que no mesmo âmbito, também mereciam ser distinguidos, esta é tua e tu merece-la.Um abraço amigo, Carlos Pereira

Ilha da Madeira por Ricardo Freitas

Grande Britão, é com enorme prazer e gratidão que após ter tido conhecimento desta homenagem devida e bem merecida que quero partilhar uma "brincadeira" passada nesta Região Autónoma aquela medição de caudal na Ribeira do Porco no Lombo do Urzal pelas 21/22horas depois de um dia violento de trabalho na Estalagem do Sr.António Francisco dos Reis (o Serra de Agua) em S.Vicente, para mim foi uma das mais arrojadas jornadas de trabalho com o nosso Ivinho ao volante coordenado pelo nosso Grande AMIGO (meia baliza) Eng. Gonçalo Câmara que se estivesse entre nós de certo ia ter muito gosto em participar nesta homenagem. Por tudo o que nos deste do teu saber e pela grande amizade que estabelecemos desde os anos 70 o meu muito obrigado. Bem-hajas. Ricardo Freitas

"Obrigado meu amor por existires" por Maria do Céu Correia

Mais um testemunho para falar do Carlos! Mas este testemunho é especial. Já conheço o Carlos há mais de trinta anos. Não irei focar a vertente profissional, que essa é do conhecimento público. Vou falar dele como pessoa. E o que dizer? Tudo! É um homem maravilhoso, um amigo de verdade, uma pessoa muito honesta e objectiva, sempre disponível para ajudar em tudo e a todos. Muito inteligente e com muito glamour. Os nossos caminhos cruzaram-se em Moçambique, descruzaram-se e voltaram a encontrar-se em Portugal. Estava escrito nas páginas da vida, que não mais nos separaríamos. Quase que me esquecia de dizer que tenho a sorte de ser casada como este homem maravilhoso, que foi, ainda é e será sempre, o meu príncipe encantado. Obrigado meu amor por existires.

"íamos morrendo de frio" por Adriano Lanhoso

O Brito foi o meu anfitrião na Madeira, e ai trabalhamos juntos em varias ocasiões, instalando estações de medição de chuva nos picos mais altos ? onde íamos morrendo de frio uma vez no Paul - e percorrendo as levadas, ate onde apenas alguns se aventuram, instalando estações de nível e caudal. Corremos Portugal de lés-a-lés, quer na montagem de estações e escalas hidrométricas, quer em campanhas para caracterização do caudal dos rios de Portugal de norte a sul - desde Alcoutim, onde estivemos uma vez empoleirados a grande altura num andaime de consistência duvidosa, acabando na outra ponta em Foz do Mouro, onde os trabalhos de instalação e calibração do medidor de caudal do rio Minho desafiavam qualquer aventureiro radical. Tivemos ainda tempo para viajar pela Europa a visitar fabricantes de hidrometria. E juntou-se sempre o útil ao agradável, por vezes com um pouco de glamour a mistura, boas jantaradas e coparias. Com o Brito, alem da produtividade estar garantida, cada saída em trabalho era transformada numa aventura e num prazer. Grande abraço e um ate sempre do Adriano Lanhoso

"pragmatismo e boa vontade" por Julio Balde

Incansavel Brito.Conheci o Carlos Brito conjuntamente com João Loureiro, em 1989, quando foi organizado em Bissau, o seminario internacional de hidrologia para paises africanos de lingua portuguesa. As qualidades humanas deste homem assim como os seus conhecimentos técnicos e da realidade africana foram elementos essenciais que levaram naquela altura as autoridades estatais do Ministério dos Recursos Naturais, atraves da sua Direcçao Geral de Recursos Hidricos em requerer junto as autoridades portuguesas ligadas a Gestão de Recursos Hidricos, a assistencia tecnica de Carlos Britos, para a implantação da rede hidrologica de base. Foi com Brito, que conseguimos instalar uma serie de estações hidrometricas nos principais cursos de Agua da Guine Bissau, nomeadamente o Rio Corubal e o Geba. Nem sempre era facil naquela altura solucionar os problemas logisticos inerentes a construçao de uma estação hidrometrica, sobretudo no interior da Guiné-Bissau, mas graças ao pragmatismo e a boa vontade de Brito, foi sempre encontrado uma boa solução. Importante evidenciar, que uma estação hidrometrica é como um monumento historico, cujo passado estara sempre ligado aos seus constructores, deste modo pode se afirmar que Carlos Brito foi um homem incansavel que durante as suas varias passagens na Guiné-Bissau, deixou muitos monumentos nos Rios da nossa terra. Bom relacionamento humano desenvolvido pelo Brito, com os tecnicos do Ministério dos Recursos Naturais da Guiné Bissau, e também com as populações camponesas nas regiões de Bafata e Gabu, sao marcos indelevel que deixam muita nostalgia dos bons momentos que este tecnico incasavel trabalhou no nosso pais. Homenagear, as pessoas vivas, é essencialmente um acto de encorajamento e motivação, neste contexto, gostaria de exortar o meu amigo Carlos mais uma vez de partilhar no futuro os seus valores acumulados ao longo da sua carreira no dominio da hidrometria com os jovens sobretudo oriundos dos paises da expressão portuguesa, através de formação teorica e trabalhos no terreno...Julio

"Tudo se resolvia sempre!" por João Pedro

Tive o prazer de conhecer o Brito quando se fez o reconhecimento dos locais no Minho para a instalação das estações automáticas.Foram várias semanas de campo, com uma lista de lugares a visitar imensa, em que cada dia era uma aventura. Descobrir os locais das estações (houve alguns que em que um detector de metais era bem-vindo para descobrir um ou outro antigo udógrafo já devorado pelas silvas), falar com as pessoas (encontrar algumas implicava uma tourneé completa pela aldeia, entenda-se pelos ? estabelecimentos comercias?, para não dizer tascas!), verificar as condições do local, desenrascar diariamente onde comer e onde dormir. Tudo se resolvia sempre!As viagens eram passadas sempre em alegre cavaqueira. O Brito é um exímio contador de histórias. Se juntarmos a isso toda a vivência que teve em África, nomeadamente em Moçambique, posso-vos garantir que de Lisboa a Braga era um saltinho.Das muitas peripécias saliento uma, já mais recente, memorável!De regresso a Lisboa de um trabalho algures em Montargil, vínhamos nós em plena A1 a bordo do inefável UMM, quando este se lembra de nos pregar uma partida!O Brito atira: - João Pedro, estamos sem acelerador, acho que se partiu o cabo!Ainda tentou alcançar o pedal, para puxar o cabo e manter a aceleração manualmente (nunca se desiste!), mas a coisa era feia e tinha-se partido do lado do motor!O jipe começa a perder velocidade, pois o troço era ligeiramente a subir e a situação começa a complicar-se. Na altura estavam a decorrer obras de alargamento na auto-estrada e não haviam bermas. Separadores de betão delimitavam duas estreitas faixas de rodagem, incapazes de deixar fluir o trânsito frenético de final de tarde.Carros, camiões, autocarros a circular a mais de 100 Km/h precipitam-se na nossa traseira, numa altura que a imobilização do carro na faixa de rodagem era já inevitável!Os quatro piscas ligados não impediam que os carros apenas se apercebessem que estávamos prestes a parar, quando já estavam perigosamente perto.Mantendo a calma possível, delineou-se a estratégia de sair rapidamente do carro, levanto o triângulo de sinalização para avisar da situação e tentar evitar o pior.Quando o carro parou saímos, o Brito do lado do condutor (imaginem o stress!), eu directo para cima do separador de betão, empunhando o triângulo e acenando aos condutores. Tudo isto em equilíbrio em cima do separador! De um lado carros a passar a alta velocidade, do outro alcatrão a fumegar! Digno de artista de circo, versão low budget!Segundos depois aparece, providencialmente, uma brigada da GNR que nos escoltou e ajudou a empurrar o UMM (em plena auto-estrada) até uma escapatória umas dezenas de metros à frente! Já tinha referido que era ligeiramente a subir?- Agora como é Brito, chamamos um reboque?-Temos de nos safar, João Pedro! Como todo o português empanado que se preze, abrimos o capôt com aquele ar entendido característico e lá se procurou o dito cabo! Estava solto mas não partido!Uma procura ali pelas redondezas e um pedaço de arame sacado de um resto de pneu rebentado de camião lá serviu para emendar e seguir viagem! Aquelas tardes perdidas a ver o MacGyver teriam forçosamente, mais cedo ou mais tarde, de dar os seus frutos!

"enorme experiência e poder de desenrascanço" por Zé Manel

Tive a sorte de trabalhar por várias vezes no campo com o grande Brito, os anos que ele passou em campanha em África, dotaram-no de uma enorme experiência e de um grande poder de desenrascanço, recordo uma situação já há alguns anos, quando fomos montar um marégrafo na EXPO, não podíamos fixar os espigões na muralha porque este trabalho tinha de ser feito na água, então o Brito foi pedir emprestado um barco a um técnico espanhol e assim foi possível fixar o tubo e concretizar a tarefa, aprendi muito com ele, e já agora evoco um colega e amigo de ambos que tinha uma frase celebre "Com o Britão é tudo lucro"

"Parte do que sei hoje devo ao meu amigo" por Carlos Cafôfo

É com emoção que tenho lido as mensagens. Parte do que sei hoje devo ao meu amigo. Quero agradecer não só ao que me ensinaste, mas também pelo o projecto que realizaste na Madeira na década dos anos 80, onde recordo através de fotografias que futuramente enviarei. Obrigado por tudo. Um abraço, Carlos Cafôfo

Em São Tomé por Joaquim Pinto da Costa

Tive a sorte de em Setembro de 2008 o INAG me mandar para São Tomé, para dar formação aos técnicos da Direcção dos Recursos Naturais e Energia na operação e manutenção de estações hidrométricas automáticas.Diga-se a propósito que foi a única vez em toda a minha vida que uma entidade empregadora me mandou trabalhar num sítio que eu realmente gostasse de conhecer. A maioria das vezes mandam-me para um país chato algures na Europa. Claro que, para além de preparar a formação, comecei também a engendrar uma maneira de conseguir fazer surf naquelas paragens. Ainda recentemente tinha visto o filme "An African Surf Story : THE LOST WAVE" do famoso Sam George e não queria desperdiçar a oportunidade de surfar num dos locais onde surf pode ter nascido.Basicamente o filme é rodado em São Tomé e defende a tese que enquanto no Havai o surf nasceu como um desporto, em África nasceu como forma de se treinarem jovens para ser pescadores. Sendo bem possível que em África tenham começado a fazer surf primeiro que no Havai.Ora na altura os preços cobrados pela TAP no transporte de pranchas de surf em voos intercontinentais era de 150 euros por viagem, portanto 300 euros para levar e trazer uma prancha para São Tomé. A isto ainda haveria que juntar o preço do aluguer de um jipe para tentar chegar aos locais com ondas. Comecei a achar que se calhar era um bocado estúpido gastar cerca de 500 euros (estava a calcular pelo menos mais 200 para o carro) para apanhar meia dúzia de ondas, ou mesmo onda nenhuma, porque as ondas em São Tomé não são conhecidas pela sua consistência. Ainda por cima indo em trabalho, só poderia usar o início da manhã ou o fim da tarde para procurar ondas. Estava prestes a desistir da ideia quando o Brito passou pelo meu gabinete. Prancha, carro? Não te preocupes que tens lá isso tudo à tua espera. Custava a acreditar mas foi exactamente isso que aconteceu. Um conhecido dele, o Eng. Trigueiros, tinha lá uma prancha à minha espera e um outro amigo dele arranjou-nos um Pajero para procurarmos as ondas. E não é que apanhei mesmo boas ondas, embora por vezes pequenas, todos os dias da semana que lá passei.Obrigado Brito.

O "nosso Britão" por José Manuel Soares

Fiquei bastante sensibilizado pela singela homenagem que o SNIRH prestou ao "nosso Britão". Foi um prazer enorme trabalhar com ele na equipa dos Mouros, com ele aprendi bastante - a Hidrometria é uma ciência de campo - e o sentimento que tenho é que, com o seu abandono, a Hidrometria vai passar a ser apenas o que vem nos livros, e aos poucos "o campo" vai definhar e morrer. Um abraço do tamanho do Mundo para o "Britão".

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